Primeiramente, documentos judiciais liberados pelo Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) expõem investimentos de Jeffrey Epstein na Coinbase totalizando US$ 3 milhões em 2014. Isso ocorreu por meio de aporte via Brock Pierce, cofundador da Tether e figura proeminente no ecossistema cripto inicial.
Além disso, Epstein vendeu metade da posição em 2018, após valorização significativa da exchange. Desse modo, Fred Ehrsam, cofundador da Coinbase, manteve conhecimento do investimento mesmo pós-primeira condenação criminal de Epstein em 2008.
Por exemplo, e-mails recuperados mostram trocas entre Epstein, Pierce, Adam Back (CEO Blockstream) e Peter Thiel sobre potencial do Bitcoin. Por isso, Epstein destinou recursos adicionais à Blockstream, empresa pioneira em sidechains Bitcoin.
Em resumo, arquivos abrangem milhares de páginas desclassificadas em fevereiro de 2026.
Detalhes dos investimentos e comunicações
No entanto, aporte inicial de US$ 3 milhões representou participação minoritária na Coinbase pré-IPO. Assim, venda parcial capturou ganhos durante bull market 2017. Por outro lado, registros confirmam reuniões Epstein-Pierce em ilhas privadas discutindo stablecoins e Lightning Network.
Além do mais, Adam Back registra e-mails de 2013 elogiando visão de Epstein sobre “moeda digital soberana”. Desse modo, Blockstream recebeu funding indireto via veículos de Epstein focados em escalabilidade Bitcoin.
Por exemplo, menções a Michael Saylor datam de 2010, pré-MicroStrategy; Vitalik Buterin aparece em contexto de Ethereum proof-of-stake. Portanto, documentos traçam pioneirismo controverso no setor.
Conexões com outras figuras e contexto histórico
Em primeiro lugar, Peter Thiel participa de discussões sobre venture capital em cripto com Epstein em 2015. Além disso, Brock Pierce detalha em depoimentos estrutura offshore para trades BTC early.
No entanto, DOJ não acusa irregularidades diretas nos investimentos cripto. Assim, revelações surgem de processo civil desenterrando comunicações de 2005-2019.
Por fim, arquivos integram coleção de 200 mil páginas liberadas progressivamente desde 2024.









