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DOMINI conecta Pix e ativos digitais em uma experiência voltada a profissionais e empresas que recebem recursos do exterior; companhia já faturou R$ 3,2 milhões e movimentou R$ 59,3 milhões em 2026
São Paulo, agosto de 2026 — Receber um pagamento do exterior ainda pode exigir que profissionais e empresas passem por diferentes plataformas, enfrentem prazos de liquidação e acompanhem conversões entre moedas e sistemas. É essa jornada que a DSEC Labs pretende simplificar com a DOMINI, conta digital desenvolvida em infraestrutura blockchain que será apresentada durante a Blockchain Rio 2026, realizada nos dias 12 e 13 de agosto, no ExpoRio Cidade Nova, no Rio de Janeiro.
A solução foi criada para facilitar pagamentos e recebimentos nacionais e internacionais, conectando o Pix a ativos digitais como Bitcoin, USDT e USDC. A proposta é oferecer uma experiência próxima à de uma conta digital, enquanto a blockchain opera nos bastidores para apoiar a movimentação e a liquidação dos recursos.
No estande A08, a DSEC Labs demonstrará como a DOMINI pode ser utilizada por profissionais que recebem do exterior, prestadores de serviços, profissionais liberais e empresas que precisam movimentar recursos entre diferentes mercados. O foco será mostrar a aplicação cotidiana da tecnologia, com uma jornada simples de recebimento e pagamento, sem exigir que o usuário compreenda toda a arquitetura técnica envolvida.
“A blockchain costuma ser apresentada por meio de conceitos complexos, mas o usuário quer resolver uma necessidade concreta. Para quem presta um serviço no Brasil e recebe de outro país, o que importa é ter uma experiência simples, acompanhar a movimentação e utilizar os recursos com praticidade. A tecnologia precisa facilitar a operação, e não criar uma nova camada de dificuldade”, afirma Leonardo Maximiliano , cofundador e CEO da DSEC Labs.
Conta digital aproxima blockchain da economia real
A DOMINI funciona como uma conta digital de recebimentos e pagamentos dentro da blockchain. A infraestrutura conecta operações em Pix a ativos digitais, permitindo que diferentes formas de movimentação financeira façam parte de uma mesma experiência.
O posicionamento está concentrado na função de conta digital e infraestrutura de pagamentos, com foco em facilitar o fluxo de recursos entre o sistema financeiro tradicional e as redes blockchain.
Entre os públicos identificados pela empresa estão profissionais que recebem pagamentos do exterior, prestadores de serviços, profissionais liberais e clínicas das áreas de saúde, estética e cirurgia plástica. A demanda também aparece no canal de parceiros, formado por advogados, contadores e gestores de patrimônio que procuram ampliar os serviços oferecidos aos próprios clientes.
Em uma operação internacional, o pagamento pode passar por bancos correspondentes, plataformas de câmbio, sistemas de recebimento e processos separados de conciliação. A utilização de ativos digitais, especialmente stablecoins, cria uma alternativa para movimentar valor entre países por meio de uma infraestrutura disponível continuamente. A DOMINI busca organizar essa jornada em uma conta digital que conecta o recebimento, a conversão e o pagamento.
“O valor da solução está em aproximar a blockchain de uma necessidade que já existe. Profissionais e empresas brasileiras prestam serviços para outros países, mas ainda encontram uma jornada fragmentada para receber. A DOMINI foi desenvolvida para conectar essas etapas e tornar a experiência mais acessível”, afirma Guilherme Campos, cofundador e COO da DSEC Labs.
Segundo a empresa, a solução também pode ser incorporada a operações que precisam disponibilizar diferentes meios de pagamento. A infraestrutura reúne possibilidades de movimentação entre Pix, Bitcoin, USDT e USDC e pode ser adaptada ao modelo de negócio de cada cliente.
Resultados acompanham avanço dos pagamentos em blockchain
Em 2026, a DSEC Labs já registrou faturamento de R$ 3,2 milhões e movimentou R$ 59,3 milhões por meio de seus produtos financeiros e projetos de tecnologia. A companhia reúne uma equipe de 30 profissionais e informa que suas soluções são utilizadas por 16 empresas.
A maior participação das soluções financeiras acompanha a expansão do uso de blockchain em pagamentos, conversão de ativos e integração entre sistemas. A DOMINI já respondeu por R$ 16,7 milhões do volume movimentado e por aproximadamente R$ 870 mil em receita bruta. O ecossistema da companhia inclui ainda o Alfred Space, operações OTC, projetos white label e soluções de autocustódia.
Os números mostram uma mudança no perfil da demanda. Em vez de procurar blockchain apenas para desenvolver provas de conceito, empresas começam a avaliar como a tecnologia pode reduzir etapas, integrar meios de pagamento e apoiar operações que atravessam fronteiras.
Para a DSEC Labs, o Brasil reúne condições favoráveis para esse avanço. O país combina uma população habituada a serviços financeiros digitais com estruturas como Pix e Open Finance. Ao mesmo tempo, empresas e profissionais ainda lidam com custos de intermediação, processos fragmentados e dificuldades para movimentar recursos entre mercados.
“A adoção cresce quando a tecnologia começa a resolver problemas reais. Pagamentos e recebimentos internacionais são um exemplo porque envolvem diferentes participantes, moedas e sistemas. A blockchain pode funcionar como uma infraestrutura de conexão e liquidação, enquanto o usuário interage com uma experiência de conta digital”, explica Guilherme Campos.
Tecnologia opera nos bastidores
Durante os primeiros ciclos do mercado, blockchain esteve associada principalmente ao Bitcoin, às criptomoedas e à valorização de ativos. Com o amadurecimento do setor, a tecnologia passa a ser utilizada como infraestrutura para p gamentos, liquidação, registro de movimentações e integração entre plataformas.
Essa evolução tende a tornar a blockchain menos visível para o usuário final. Assim como uma pessoa utiliza serviços de computação em nuvem sem conhecer os protocolos responsáveis pela operação, ela poderá utilizar uma conta ou realizar um pagamento sem precisar saber qual rede processa cada etapa.
O papel da infraestrutura é fazer com que sistemas tradicionais e descentralizados consigam se comunicar. Na prática, isso significa conectar uma entrada em Pix, a conversão para um ativo digital, uma movimentação internacional e uma nova liquidação sem obrigar o usuário a operar diferentes plataformas.
“A próxima fase será menos sobre substituir o sistema financeiro e mais sobre conectar o que já funciona às possibilidades criadas pela blockchain. O usuário precisa perceber que o pagamento é simples, que a movimentação é acompanhável e que a solução funciona. A tecnologia deve permanecer nos bastidores”, afirma Maximiliano.
Na avaliação da companhia, pagamentos com stablecoins devem impulsionar essa integração. Ativos como USDT e USDC permitem representar digitalmente moedas de referência e movimentá-las em redes blockchain. Para empresas que recebem ou pagam no exterior, essa infraestrutura pode apoiar operações mais conectadas, desde que esteja integrada aos processos financeiros e regulatórios necessários.
Ecossistema será demonstrado no evento
Além da DOMINI, a DSEC Labs apresentará na Blockchain Rio outras soluções que integram seu ecossistema. O Alfred Space, plataforma descentralizada conectada ao Pix, estará disponível em uma experiência gamificada inspirada no jogo do dinossauro do Google Chrome. A atividade mostrará, de maneira visual, como uma aplicação digital pode se conectar a uma infraestrutura financeira baseada em blockchain.
A empresa também apresentará a ColdKit, kit 100% offline desenvolvido para autocustódia de Bitcoin. A solução será abordada separadamente da DOMINI, com foco em educação sobre segurança, privacidade e controle de ativos digitais.
A estratégia é demonstrar que conta digital, pagamentos, plataformas descentralizadas e autocustódia atendem a necessidades diferentes, mas podem fazer parte de uma infraestrutura integrada. A DSEC Labs atua ainda no desenvolvimento de projetos white label para empresas que desejam criar produtos financeiros e de ativos digitais com marca própria.
O modelo white label reúne tecnologia de integração, painel administrativo, desenho da experiência do usuário, aplicação de identidade visual e suporte especializado durante o projeto. As implementações podem envolver uma plataforma para compra, venda e conversão de ativos digitais (swap), uma infraestrutura de pagamentos conectada ao Pix ou uma solução customizada de acordo com a operação do cliente.
Segundo a companhia, as integrações podem ser realizadas em aproximadamente 30 dias, a depender do escopo. A proposta é reduzir o tempo necessário para que uma empresa monte internamente uma equipe, conecte diferentes fornecedores e desenvolva toda a arquitetura tecnológica.
Privacidade e segurança entram na discussão
Além das demonstrações no estande, a programação da DSEC Labs inclui participação, no dia 12 de agosto, às 12h20, no painel “Por que a privacidade está em alta?”. O debate abordará a proteção de informações, a segurança das operações e o controle dos usuários sobre seus ativos em um cenário no qual pagamentos e identidades se tornam cada vez mais digitais.
Para a empresa, privacidade e segurança precisam ser definidas desde a arquitetura da solução. Quanto maior a integração entre contas, plataformas e sistemas automatizados, maior é a necessidade de estabelecer como as transações são validadas, quais informações são compartilhadas e quem possui acesso aos dados.
“A evolução do mercado não pode ser medida apenas pela quantidade de produtos lançados. Ela depende da capacidade de construir uma infraestrutura em que segurança, privacidade e facilidade de uso façam parte do projeto desde o início”, afirma Maximiliano.
Estrutura para o próximo ciclo de aplicações
No segundo semestre, a DSEC Labs pretende concentrar esforços na consolidação dos produtos existentes e na integração entre as soluções. A estratégia inclui o desenvolvimento de funcionalidades de conversão entre redes e ativos e o fortalecimento da infraestrutura para atender operações com maior volume.
A companhia acredita que o próximo ciclo será impulsionado principalmente por aplicações que entreguem valor à economia real. Pagamentos com stablecoins, tokenização, integração entre sistemas e automação devem ganhar espaço à medida que deixem de ser apresentados apenas como inovação e passem a fazer parte da operação das empresas.
“Durante muito tempo, a atenção esteve concentrada nos ativos e nas plataformas. Agora, o mercado começa a olhar para a infraestrutura que conecta esses produtos à economia. É essa base que permitirá que a blockchain seja utilizada de forma simples e em escala”, conclui Maximiliano.
Sobre a DSEC Labs
A DSEC Labs é uma empresa brasileira de infraestrutura blockchain para pagamentos e ativos digitais. A companhia desenvolve contas digitais, soluções white label e projetos sob medida que conectam ambientes Web2 e Web3, incluindo integração com Pix, Bitcoin e stablecoins, plataformas descentralizadas, autocustódia, tokenização e automação. Com uma equipe de 30 profissionais, atende 16 empresas e atua no Brasil e em mercados da Europa e da América Latina.
Serviço
Evento: Blockchain Rio 2026
Data: 12 e 13 de agosto de 2026
Local: ExpoRio Cidade Nova — Rua Beatriz Larragoiti Lucas, s/n, Cidade Nova, Rio de Janeiro
Estande da DSEC Labs: A08
Painel: “Por que a privacidade está em alta?” — 12 de agosto, às 12h20
Para mais informações:Nome: Renata NalimE-mail: [email protected]Telefone: (21) 98196-1399
