Press Release

App criado para economizar nas corridas da Uber: como a DividiCar conecta pessoas, reduz custos e leva a mobilidade ao Web3

A alta recorrente nos preços de corridas por aplicativo — após uma escalada de 56,08% registrada em 2025, segundo o IBGE — expõe uma fragilidade estrutural da mobilidade urbana: a baixa eficiência no uso dos veículos e a falta de mecanismos simples para compartilhamento entre passageiros com rotas semelhantes.

Diante desse cenário, surge a DividiCar, uma plataforma brasileira com uma abordagem direta para esse problema. Em vez de competir com aplicativos como a Uber ou a 99, a solução atua antes da corrida ser solicitada, conectando pessoas que estão indo para a mesma região e permitindo que dividam o custo do trajeto.

A proposta é simples, mas resolve uma dor cotidiana e amplamente disseminada: o pagamento individual por deslocamentos que poderiam ser compartilhados.

Uma solução prática para um problema recorrente

A dinâmica de preços nos aplicativos de transporte responde diretamente à oferta e à demanda. Em momentos de alta procura — como após shows, eventos esportivos ou durante o horário de rush —, o valor das corridas sobe rapidamente e, muitas vezes, de forma imprevisível.

Na prática, isso significa que dois usuários, saindo do mesmo local e indo para regiões próximas, pagam integralmente por corridas separadas, mesmo existindo a possibilidade evidente de compartilhamento. Por isso, a DividiCar atua exatamente nesse ponto de ineficiência. Ao permitir que esses usuários se encontrem antes de solicitar a corrida, a plataforma transforma um custo individual em um custo compartilhado.

Como funciona na prática

O funcionamento da DividiCar parte de uma lógica simples de correspondência de rotas.

O usuário informa seu ponto de partida e destino no aplicativo. A partir disso, o sistema identifica outras pessoas com trajetos semelhantes e apresenta essas conexões em tempo real. Quando há interesse mútuo, ocorre um “match” entre os usuários, seguido da abertura de um chat integrado. Nesse espaço, eles combinam detalhes como ponto de encontro, horário e divisão do valor da corrida.

Além disso, a corrida em si pode acontecer por qualquer aplicativo tradicional, como a Uber ou a 99, ou ainda com motoristas particulares.

Exemplo de uso em cenário real

Considere dois usuários saindo de um mesmo evento, ambos com destino para bairros próximos.

Sem a DividiCar, cada um solicitaria sua própria corrida, pagando, por exemplo, R$ 100 individualmente em um momento de tarifa dinâmica. Com a plataforma, esses usuários se conectam previamente, compartilham o trajeto e dividem o custo, reduzindo o valor para cerca de R$ 50 por pessoa. Portanto, esse tipo de situação, comum em grandes centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo, evidencia o potencial de economia gerado pela simples organização da demanda.

Posicionamento: uma camada complementar à mobilidade existente

A DividiCar não se posiciona como substituta dos aplicativos de transporte, mas sim como uma camada complementar ao ecossistema já existente.

Sua atuação ocorre antes da corrida, organizando usuários e otimizando decisões de forma transparente. Consequentemente, o sistema funciona de forma integrada sem a necessidade de criar frota própria ou captar motoristas. Esse modelo, portanto, reduz significativamente a complexidade operacional e favorece a escalabilidade do negócio.

Integração com Web3: da utilidade à participação

Além da camada de mobilidade, a plataforma incorpora elementos de Web3 de forma integrada e natural à experiência do usuário.

A DividiCar oferece uma wallet digital nativa não custodial diretamente dentro do aplicativo, o que permite que usuários interajam com ativos digitais sem precisar de conhecimento técnico prévio sobre blockchain. Dentro desse ambiente, o token DCAR cumpre quatro funções específicas, segundo a própria empresa:

  • Meio de pagamento dentro do app
  • Cashback sobre o uso da plataforma
  • Gamificação para engajamento contínuo
  • Incentivo de indicação para crescimento da base de usuários

Diferentemente de projetos em que o token existe sem aplicação prática imediata, a lógica da DividiCar parte de um uso real e recorrente, conectando a tokenização a uma necessidade concreta.

A ponte entre Web2 e Web3

Um dos aspectos mais relevantes do modelo é, sem dúvida, a forma como ele conecta o usuário tradicional ao ambiente blockchain.

Ao entrar na plataforma com o objetivo de economizar em corridas, o usuário passa a interagir com uma wallet e com um token sem enfrentar barreiras técnicas. Essa transição gradual, portanto, reduz a fricção de entrada no universo Web3. Na prática, a mobilidade funciona como porta de entrada natural para a economia digital.

Potencial de escala e efeito de rede

O mercado de mobilidade urbana já demonstrou sua capacidade de crescimento com empresas como a Uber e a BlaBlaCar. No entanto, a DividiCar opera com uma lógica diferente: seu crescimento está diretamente ligado ao aumento da base de usuários, que amplia a probabilidade de correspondência entre rotas.

Esse efeito de rede gera um ciclo positivo e auto-reforçador:

  • Mais usuários aumentam a eficiência das conexões
  • Conexões mais eficientes aumentam a utilidade do app
  • Maior utilidade, por sua vez, atrai novos usuários

Como não há dependência de ativos físicos ou expansão operacional tradicional, o modelo apresenta potencial de escalabilidade acelerada.

Gostou do conteúdo?

Compartilhe com a comunidade cripto!

Julia Santos

Julia é contadora e escreve sobre Bitcoin, criptomoedas, blockchain e Web3 há mais de quatro anos. É formada em Ciências Contábeis pela Trevisan. Julia é apaixonada pela liberdade financeira que as criptomoedas promovem.

Deixe um comentário