Primeiramente, a dificuldade de mineração do Bitcoin sofreu uma queda bombástica de 11% no último ajuste de sábado (7/2/2026), atingindo 125,86 trilhões de hashes. Isso representa a maior redução desde o banimento da China em 2021, segundo dados do Blockchain.com. Portanto, com o hashrate caindo 20% nos últimos 30 dias e o preço do BTC patinando em US$ 60 mil – menor nível em 2 anos –, mineradores pelo mundo desligam suas máquinas em massa. Você, investidor brasileiro lidando com energia cara e IR apertado, precisa entender: essa queda abre portas para barganhas em BTC ou alerta para uma rede em apuros?
Entenda o mecanismo: por que dificuldade cai e o que acontece depois?
Em primeiro lugar, vamos ao básico para não deixar ninguém perdido. A dificuldade de mineração ajusta automaticamente a cada 2016 blocos, cerca de 2 semanas, garantindo que novos blocos sejam minerados exatamente a cada 10 minutos. Quando o poder computacional total (hashrate) diminui, a rede baixa a dificuldade para manter o ritmo. Por exemplo, recompensa atual ainda é 3,12 BTC por bloco pós-halving.
Além disso, mineradores enfrentam custos reais: eletricidade a US$ 0,05–0,10/kWh esmaga margens com BTC em baixa. Desse modo, rigs Antminer S19 param de roncar, e o hashrate global despenca 20%. Por isso, desenvolvedor Mononaut destacou no X: “Top 10 das maiores quedas históricas”.
No entanto, a rede não para: ela se adapta em horas. Assim, blocos continuam saindo, mas com menos competição – bom para sobreviventes com energia barata no Texas ou Islândia.
Hashrate em colapso: o impacto direto no preço do Bitcoin
Contudo, quedas assim sempre geram pânico inicial. Por quê? Menos hashrate significa menos segurança teórica contra ataques 51%, mas na prática, Bitcoin provou resiliência 15 anos seguidos. Em resumo, preço baixo (US$ 60k) força saídas, criando ciclo vicioso.
Por outro lado, analistas como os do Glassnode veem oportunidade: dificuldade baixa facilita entrada de novos mineradores. Ou seja, pós-ajuste, quem liga rigs ganha vantagem competitiva. Além do mais, halving recente corta oferta, pressionando preço para cima no médio prazo.
Por exemplo, no ban da China (2021), hashrate caiu 50% de 180 EH/s para 58 EH/s, mas BTC subiu de US$ 30k para recordes em meses. Portanto, história repete: venda o medo, compre o fato.
Cenário brasileiro: mineração inviável e chance para holders
Em resumo, no Brasil, com tarifa de energia residencial em R$ 0,80/kWh (mais que o dobro do global médio), mineração caseira virou sonho distante. Por isso, 99% dos brasileiros em cripto são holders ou traders, não miners. Desse modo, foque no essencial: acumule BTC em baixa agora.
Além disso, Receita Federal cobra 27,5% em ganhos acima de R$ 35k/mês, tornando rigs ainda menos atrativos. No entanto, stablecoins para hedge ou ETFs BTC na B3 viram alternativas reais. Assim, use essa queda como sinal: preço pode quicar com hashrate estabilizando.
Por fim, mineradoras públicas como MARA e RIOT sofrem, mas sobrevivem cortando custos. Portanto, acompanhe métricas: se hashrate voltar, bull run vem junto.
O que fazer agora: estratégias práticas para 2026
Primeiramente, verifique exchanges como Binance ou Mercado Bitcoin para comprar em dips. Em segundo lugar, diversifique: 50% BTC, 20% ETH, 30% USDT contra volatilidade.
Por exemplo, configure DCA (Dollar Cost Average) de R$ 500/semana. Além disso, leia relatórios Glassnode gratuitos para prever ajustes futuros. Desse modo, transforme notícia ruim em lucro.
Contudo, evite FOMO: espere confirmação de fundo (hashrate +5%). Ou seja, paciência paga em cripto. Em conclusão, Bitcoin ajusta, você ajusta sua estratégia.
E aí, vai minerar na baixa ou stackar sats? Comente sua opinião, marque um amigo minerador e compartilhe se isso te ajudou! Fique ligado no BTCnizando para o próximo ajuste ao vivo.









